
Este sentir...
Este querer...
Este sorrir...
Este permanecer...
Este pensar!
Estou disposta a voltar a casa, como volto sempre...
Neste Doce Novembro...
Como quisiera poder vivir sin aire...
Uma alegoria a imortalidade da alma, como a borboleta que depois de uma vida rastejante como lagarta, flutua na brisa do dia e torna-se um belo aspecto da primavera. É considerada a alma humana purificada pelos sofrimentos e preparada para gozar a pura e verdadeira felicidade.